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Manifestações AGORA no Egito!

04/03/2011

Hoje pela manhã (15h na Cidade do Cairo) a equipe da Secretaria de Relações Internacionais do PSOL contatou nosso correspondente Frederico Henriques e foi informada que o novo primeiro ministro nomeado pela oposição, Essam Sharafse foi até a Praça Tahrir durante as manifestações de hoje e se identificou como representante do povo, afirmando que suas primeiras ações no cargo seriam as de atender às demandas apresentadas pelo povo.

Hoje a noite nosso correspondente pretende enviar novas informações, inclusive com mais detalhes sobre quem é Essam Sharafse.

Novo site da Secretaria de Relações Internacionais do PSOL

13/11/2009

A Secretaria de Relações Internacionais do PSOL tem um novo endereço.

Para acessar notícias e informações sobre as lutas latino-americanas e do mundo, acesse:

http://internacionalpsol.wordpress.com

ENCUENTRO INTERNACIONALISTA CONTRA EL GOLPE DE ESTADO Y POR LA ASAMBLEA NACIONAL CONSTITUYENTE EN HONDURAS

09/09/2009

PSol através de su Secretaria de Relaciones Internacionales se suma con entusiasmo a esta convocatoria internacionalista promovida por el Frente de Resistencia Hondureño.

Unas semanas atrás junto a la Fundación lauro Campos realizamos el Seminario Internacional “Crise economica respostas e iniciativas na América Latina e no Mundo” En el cual con la presencia de un compañero del Frente  de Honduras, y compañeros de una gran parte de nuestra Patria Grande,  Salvador, Venezuela, Colombia, Panamá, Peru, Argentina, Bolivia, uruguai…)  establecimos lazos internacionalsitas y la decisión de coordinar en la,tinoamerica la solidardiad contra el golpe. Este convocatoria es resultado y prueba de que ese es el camino de todos los luchadores latinaomericanos.

La importancia de esta reunión es girtiante. Luego de mas de 70 dias de golpe el gobierno de Micheletti no ha podido derrotar la movilización en las calles. Su plan para legitimarse ha pasado a ser el de unas elecciones amanhadas sin ninguna legitimidad y sin Zelaya. Por eso es el momento en que la solidardiad internacional se debe hacer sentir con toda fuerza. Este encuentro es la posibilidad de unir desde los cuatro puntos de nuestra Latinoamerica ha todas las organizaciones sociales y políticas que están contra el golpe.

En ese camino llamamos a todas las organizaciones políticas y sociales brasileras que están contra el golpe y defienden a la resietencia hondureña, que quieren la vuelta de Zelaya al poder y la convocatoria a una asamblea constituyente a participar activamente en esta treunión internacionalsita.

Compañeros (as) solidarios con la Resistencia:

Desde la Resistencia en Honduras enviamos un fraternal y combativo saludo a todos y todas quienes nos acompañan en este proceso de lucha por la restitución del orden constitucional y por la instalación de unaAsamblea Nacional Constituyente en Honduras.

EL FRENTE NACIONAL CONTRA EL GOLPE DE ESTADO EN HONDURAS, convoca al PRIMER ENCUENTRO INTERNACIONALISTA CONTRA EL GOLPE DE ESTADO Y POR LA ASAMBLEA NACIONAL CONSTITUYENTE EN HONDURAS, que se realizará los días  8, 9 y 10 de Octubre de 2009 en la ciudad de Tegucigalpa, Honduras, C.A.

En este Encuentro se pretenden generar espacios amplios de discusión sobre temas de interés social, político y económico de orden internacional y estudiar las consecuencias que nos afectan como comunidad latinoamericana en particular;  además  se crearán redes de trabajo por cada país en donde se integren diferentes tipos de organizaciones para hacer más eficaz la acción internacional solidaria y el flujo de información  de carácter alternativo al servicio de todos los procesos que vive la region.

Cobra transcendental importancia el ideal internacionalista en momentos en que el mundo vive una profunda crisis capitalista que amenaza con la vida de los pueblos y la del planeta. La irracionalidad del sistema que promueve el consumismo y deshumaniza a los pueblos, que hace sufrir  la dependencia del capital transnacional, la sumisión de las oligarquías nacionales a los intereses más oscuros de las políticas imperialistas vigentes en Estados Unidos, aún con el cambio de partido en ese gobierno, nos alertan de la necesidad de plantear una estrategia internacional para defender la vida y los derechos que como pueblos hemos logrado conquistar.

En nuestro país, bajo la sombra de un golpe de estado militar, el escenario del que son capaces los sectores poderosos que controlan nuestras economías se ha convertido en una realidad: el resurgimiento del fascismo; por eso, los hombres y mujeres libres, progresistas, democráticos y revolucionarios deben estar en disposición de acompañar al pueblo Hondureño y a su Resistencia para lograr encontrar y encontrarnos en la ruta de la liberación.

Con el concurso de todos nuestros esfuerzos ¡Venceremos!

Atte.

FRENTE NACIONAL DE RESISTENCIA CONTRA EL GOLPE DE ESTADO EN HONDURAS

Contactos del Equipo Organizador:

Armando Licona (504) 72167200 y Gilberto Ríos (504) 9885 6508

Escribir al correo: encuentrohonduras@gmail.com

Para Hondureños los organizadores del evento giraràn invitaciòn y los requerimientos en los proximos dìas.

NOTA:

Cada delegación deberá cubrir los gastos de pasajes e impuestos de entrada y salida al país de cada uno de sus miembros, más $25.00 (veinte y cinco dólares) de inscripción por participante; nuestra organización correrá con gastos de Hospedaje, Alimentación y Transporte interno.

Las suscripciones al evento se admitirán por correo electrónico hasta el miércoles 30 de septiembre.

Declaração final do Seminário Internacional PSOL-Fundação Lauro Campos

26/08/2009
1 – Desde o fim dos anos 90, um processo original mudou o curso neoliberal que havia sido imposto à América Latina. Graças às poderosas mobilizações populares e insurreições, alguns governos que eram seus principais expoentes foram derrubados e em vários países. Processos eleitorais de novo tipo fizeram surgir, na Venezuela, na Bolívia e no Equador, governos voltados para profundas transformações na estrutura arcaica e subalterna que caracterizavam o Continente.  Deu-se início a um período que vem se marcando pela recuperação de soberania plena, com o controle dos recursos naturais. Novas constituições foram implantadas, com a ampliação de atendimento às reivindicações democráticas. Nesses países rompeu-se a dependência política ao imperialismo, e seus povos recuperaram direitos, embora existam contradições importantes ao interior de esses processos, e um fato que eles permitiram o avanço da mobilização antiimperialista no norte e no sul do continente, com ritmos diferentes, com mais ou menos intensidade. Gerando no hemisfério sul um novo espaço alternativo, de perspectiva revolucionária e socialista, que se projeta como referência mundial. Como conseqüência, foi, por exemplo, rompido o bloqueio a Cuba.
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2 – Nesse contexto o modelo bolivariano colocou um novo enfoque na luta continental pela independência, além da pendente tarefa de integração continental. Graças à mobilização antiimperialista a ALCA foi derrotada, e pela primeira vez em muitos anos de nossa história, se constituiu a ALBA como um bloco independente de países que expressam o ponto mais avançado de uma nova integração da América Latina que constitui a Grande Pátria que aspiramos.
3 – Desde que esses processos se iniciaram houve um tentativa clara, fundada  numa aliança entre as oligarquias e as classes dominantes mais poderosas desses países e do imperialismo para pará-los, desestabilizá-los e derrotá-los. A direita atuou desde o primeiro dia como no golpe e na sabotagem petroleira na Venezuela, na reação da oligarquia de Santa Cruz na Bolívia e dos departamentos da “Medialuna”, nos ataques contra Correa no Equador, junto com os Estados Unidos que contam com o governo colombiano de Uribe como mais fiel e incondicional aliado.
4 – Neste marco o golpe de estado em Honduras e a implantação das novas bases ianques na Colômbia passaram a ter uma magnitude continental como peças importantes de uma contra-ofensiva para desestabilizar e recuperar o terreno perdido pela ação dos povos do continente. Não são as únicas já que persistem as ações provocadoras na Bolívia; a mais recente o atentado a bomba contra o dirigente camponês líder da Conalcam, Fidel Surco
5 – Os golpistas hondurenhos receberam o repúdio da comunidade internacional. Mas esse isolamento político não significou uma volta atrás dos golpistas que se sustentam nas classes dominantes desse país e em seus fortes laços com o aparato estatal dos Estados Unidos. Apesar do discurso de Obama de apoio a Zelaya, este país não tomou as medidas que poderiam provocar o isolamento do regime golpista. O presidente Zelaya acaba de denunciar que em sua retirada do país foi utilizada a base que o exército americano tem em Honduras. O que cresceu de forma cada vez mais vigorosa apesar de ter passado mais de um mês do golpe é a resistência do povo hondurenho, em que pese o desgaste de 45 dias de mobilizações e a brutal violência que praticam as forças armadas de maneira sistemática. Nestes últimos dias essa mobilização cresceu em magnitude com as grandes concentrações realizadas em San Pablo Zula e Tegucigalpa. O povo mobilizado é a garantia para deslegitimar as manobras dos golpistas e conseguir que Zelaya retome a presidência.
6 – Por outro lado, um dia depois do fechamento da base no Equador, os governos de Álvaro Uribe (Colombia) e Barack Obama (EUA) acordaram instalar ou reativar setes bases militares que continuarão e ampliarão as atividades de Manta. O exército colombiano é quem mais recebe ajuda dos EUA em nosso continente, com o pretexto de combate ao narcotráfico e para a luta contra o suposto terrorismo. Na realidade é o governo Colombiano quem pratica terrorismo de Estado, prova disso são as milhares  de pessoas assassinadas em todo o país nos últimos anos. É necessário recordar que com este apoio em várias ocasiões as forças armadas colombianas invadiram territórios na Venezuela, Equador e Panamá, sempre com o pretexto de combater a “narcoguerrilha” com o apoio logístico e de inteligência dos EUA. Uribe está se movendo no continente para que passe sem obstáculos o estabelecimento destas bases que deixarão a Colômbia literalmente em condição de neo- colônia, permitindo que o império se estabeleça neste território para assediar os vizinhos, um projeto que caso se consolide pode significar ter um Estado como de Israel em nosso continente. Uribe já é um presidente provocador que não soluciona, mas agrava a guerra interna em seu país. Simultaneamente essas violações da soberania de seus vizinhos foram acompanhadas de acusações grosseiras contra os governos da Venezuela e Equador acusando-os de fomentar e proteger o terrorismo. Essas bases na Colômbia, às quais devemos somar a de Honduras, Guantánamo, os operativos militares conjuntos, e a reativação da quarta frota dos EUA, dão mostra que, apesar do novo discurso de Obama, os EUA têm a clara intenção de obstaculizar os processos de mudança, fortalecendo seu poder militar na região, e gerando um clima de incontestável ameaça  de retorno ao militarismo de agressões, com o qual sustentou historicamente sua dominação.  Denunciamos o consentimento o que governos latinoamericanos como o de Lula, Kirchner e Tavaré Vazquez tem tido com a instalação das bases.
7 – Para enfrentar essa alternativa criminosa e fazer avançar os processos em curso, é que está colocada necessidade de avançar na mobilização antiimperialista continental. Para além de qualquer avaliação tática ou estratégica distinta que se possa ter em relação aos novos governos latino-americanos, estamos juntos com estes contra o imperialismo. Contra a ofensiva das oligarquias nativas e dos EUA, é hora de aprofundar a solidariedade continental.
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As organizações reunidas em São Paulo em virtude do Seminário Internacional, se pronunciam por:
· A restituição imediata do governo Zelaya e o apoio incondicional a resistência hondurenha. Marcar um dia de ação continental de protesto em todo o continente. Criar comitês de solidariedade à resistência hondurenha. Organizar uma articulação de parlamentares continental a través dos parlamentares do PSOL e dos partidos participantes no Seminário.  Incrementar a campanha de popularização da resistência hondurenha a partir da coordenação em meios de comunicação alternativos.
· A solidariedade com o governo Evo Morales e a luta do povo boliviano contra a reação localizada nos departamentos da Medialuna, e contra os ataques paramilitares. Organizar a campanha eleitoral em aquelas cidades aonde o Estado Boliviano vai a fazer eleições (Buenos Aires, São Paulo..).
· A retirada das bases dos EUA na Colômbia e de toda a América latina. A solidariedade com o governo da Venezuela e Equador frente aos ataques e provocações que vem sofrendo por parte do governo colombiano. Organizar uma campanha e um dia de luta continental contra as bases dos EUA.
· A retirada das tropas de ocupação no Haiti, composta por exércitos latino-americanos e chefiadas pelo Brasil.
· Apoio ao processo de emancipação da Guiana do imperialismo francês.
· Denunciar e repudiar o terrorismo mediático dos meios de comunicação capitalistas contra nossos povos como no caso da Venezuela e de Honduras . Impulsar e apoiar medidas para a democratização do espaço radioelétrico, a construção de sistemas públicos em mãos dos movimentos sociais.
· Organizar a resistência ao IRSA que é um projeto de controle econômico e dos recursos naturais, especialmente da Amazônia.
· Apoio a uma saída negociada ao conflito em Colômbia que compreenda a todos os setores que lutam pela justiça social e a paz.
· Apoio a luta indígena peruana em defesa da amazônia. Participar da campanha de Ollanta Humala e do Partido Nacionalista Peruano nas próximas eleições já que seu triunfo significara um avanço no processo bolivariano no continente.
· A necessidade de retomar a tradição antiimperialismo e estabelecer uma coordenação em rede de partidos, organizações e movimentos que defendam estas políticas e as levem adiante.
Solidariedade à resistência em Honduras!!!!
Fora as bases yankees, da Colômbia e da América Latina!!!DSC_3322
São Paulo, 19 de Agosto 2009
Participantes do Seminário Internacional PSOL- Fundação Lauro Campos.
Bolivia: Movimiento al Socialismo, Sergio Loayaza vicepresidente,  Rosario Apaza Comité Nacional
Brasil: Dirigentes do PSOL, João Machado, Edimilson Rodrigues, Luiz Arnaldo, Pedro Fuentes, Luciana Genro deputada federal , Milton Temer presidente da Fundação Lauro Campos
Honduras: Frente Resistência Hondurenha, Gilberto Ríos
Salvador: Tendencia Revolucionaria, Fidel Nieto
Panamá : Movimiento Popular Unificado, Aurelio Robles
Colombia: Polo Democrático Alternativo, Wilson Borja diputado nacional, Willam perez, Jean Carlos Gimenez
Venezuela: PSUV, Satlin Perez Borjes coordinador da UNT, Juan Carlos e Hernan Piñago diputados a la Asamblea Nacional, Gonzalo Gomez del  C. Ejecutivo del PSUV  Caracas, Ismael Hernandez, Osmar Canizales, Jesus Vargas, coordinadores de UNT de Carabobo, Vilva Vivas, Franklin Sambrano, coordinadores  UNT de Táchira. Juventud do PSUV, Cesar Romero, Andrea Pacheco, Joseth Chavez, Jhanam Naime e Yohana.
Guiana: UGT, Jean Michel Aupoint
Peru: PNP, Janet Cajahunaca diputada nacional, Tito Prado, vicepresidente de la commission de programa. Coordinadora Movimientos Indígenas, Roberto Espinosa.
Argentina: Movimiento Socialista de los Trabajadores, Alejandro Bodart, Sergio Garcia
Paraguai: Convergencia Popular Socialista, Edgard Medina
Uruguai: Movimiento 26 de marzo- Asamblea Popular, Eduardo Rubio.
França: NPA, Nuevo Partido Anticapitalista, Flavia Verri
Catalunha:  Corriente Rede Izquierda Unida y Alternativa, Alfons Bech
EEUU: Internacionalist Socialist Organization, Ahmed Shawsky
Australia: Democratic Socialist Perspective – Alianza Socialista: Fred Fuentes, Kiraz Janicke.

Informações sobre o Credenciamento

16/08/2009

ATENÇÃO: AS INSCRIÇÕES PELA INTERNET ENCERRAM-SE ÀS  18ho0 DO DIA 17 DE AGOSTO.

CREDENCIAMENTO:

Informamos que o credenciamento dos Participantes Inscritos se iniciará às 8h00 do dia 18 de agosto (terça-feira).

Programação

07/08/2009

Seminário Internacional

Presença Confirmada de Organizações Políticas e Personalidades Internacionais no Seminário Internacional

20/07/2009

Nos dias 18 e 19 de agosto se realizará o Seminário Internacional do PSOL e da Fundação Lauro Campos “Crise: respostas e iniciativas na América Latina e no Mundo”.

O seminário está ocorrendo num momento especial da situação mundial marcado pela crise econômica e global que transcorre por todo o mundo, e em particular pela dinâmica latino-americana repleta de acontecimentos, dentre os quais vale destacar o golpe direitista em Honduras. Já foi confirmada a presença de muitas personalidades e organizações políticas da América Latina e do Mundo.

François Chesnais é presença confirmada para expor sobre a crise internacional

François Chesnais é presença confirmada para expor sobre a crise internacional

Para debater a crise econômica contaremos com a presença de: François Chesnais, economista marxista francês de autoridade reconhecida internacionalmente, professor da Universidade de Sorbonne, um dos primeiros a estudar o processo de globalização com o seu livro “A Mundialização do Capital”; o economista argentino Jorge Beinstein, que também se destaca por sua análise sobre a crise capitalista, autor de “Capitalismo senil: a grande crise da economia global”; e a economista e professora da Universidade de São Paulo Leda Paulani, da qual podemos destacar,  dentre inúmeras publicações, “Modernidade e discurso econômico”.

Da zona conflituosa do Oriente Médio (Iraque, Irã, Afeganistão e Paquistão) contaremos com a presença de Farooq Tariq, lider do Partido Trabalhista Paquistanês (LPP), partido comprometido com o fim do crescente intervencionismo norte-americano no seu país e no combate a violência fundamentalista.

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Jorge Beinstein, economista argentino, também estará presente no Seminário Internacional

Da Austrália contaremos com a presença do Democratic Socialist Perpective; da Europa já estão confirmados dirigentes do Syriza, partido da Grécia que recentemente conseguiu uma representação no parlamento europeu, e uma delegação importante do Novo Partido Anticapitalista (NPA) da França.

Ao mesmo tempo, o seminário contará com a presença de representantes dos pontos mais dinâmicos da luta de classes na América Latina. Está confirmada uma delegação do Partido Nacional Popular (PNP) do Peru, dentre eles a deputada  Janeth Cajahuanca, que teve um papel central no parlamento pelo seu apoio ao trunfante levantamento indígena campesino contra a privatização da Amazônia na região de Bagua. Da Bolívia se fará presente uma delegação do MAS encabeçada pelo vice-presidente do partido e dirigente campesino Sergio Loayza, que participou de um seminário latino-americano realizado em La Paz que marcou um passo a mais na confluência e coordenação de organizações e movimentos da América Latina, e contou também com a presença do PSOL.
De outro lado, da América Central e Caribe, acompanharão os trabalhos representantes de El Salvador, Panamá e uma numerosa delegação Venezuelana do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) e sindicatos. Todas estas são organizações que estão coordenando a luta de solidariedade com a resistência ao golpe de Honduras.

As inscrições estão abertas para a participação de militantes e amigos.

O evento será realizado nos dias 18 e 19 de Agosto no salão de eventos do Shelton Hotel, localizado no Largo da Santa Efigênia em São Paulo.

Os participantes internacionais estarão acomodados no Hotel São Paulo INN e no Shelton Hotel.

Español

El 18 y 19 de Agosto se realizará el Seminario Internacional del PSOL y la Fundación Lauro Campos “Crisis, respuestas y alternativas en Latinoamérica y el mundo.

El seminario se hace en un momento especial de la situación mundial marcada por la crisis económica y global que transcurre en el mundo y en particular de la dinámica situación latinoamericana,  llena de acontecimientos entre los cuales tenemos que señalar el golpe derechista en Honduras.

Ya han confirmado su presencia numerosas personalidades y organizaciones políticas de Latinoamérica y el mundo. Para debatir la crisis económica  contaremos con las presencias de François Chesnais, economista marxista francés de reconocida autoridad mundial, profesor de la Universidad de Paris-Nanterre y uno de los pioneros en estudiar la globalización con su conocido libro “La Mundialización del Capital”;  el economista argentino Jorge Beinstein, que también se ha destacado por su análisis de la crisis capitalista , autor “Capitalismo senil: la gran crisis de la economía global”; y la economista y profesora de la Universidade de São Paulo Leda Paulani, de la cual podemos destacar,  dentro de inúmeras publicaciones, “Modernidad y discurso económico”.

De la conflictiva zona del Gran Medio Oriente (Irak, Iran, Afganist, Pakistan), contaremos con la presencia de Farooq Tariq, líder del LPP, Labor Pakistany Party,  partido que está comprometido en la lucha por terminar con el creciente intervencionismo militar de los EEUU en su país y la violencia fundamentalista.

De Australia contaremos con la presencia del Democratic Socialista Perpective; de Europa han confirmado ya su presencia Syriza de Grecia que obtuviera recientemente en la elección una banca en el parlamento europeo y una importante delegación del NPA de Francia, partido con el cual el PSOL convocó una reunión internacional en el FSM de Belem de enero del 2009.

El Seminario también contará con la presencia de representantes de los puntos más álgidos de la lucha de clases de Latinoamérica. Así estarán presente una delegación del PNP, entre ellos la diputada Janet Cajahuanca que fuera sancionada recientemente por el parlamento peruano por su apoyo al triunfante levantamiento indígena campesino contra la privatización del Amazonia de la zona de  Bagua. De Bolivia esperamos una delegación del MAS encabezada por su vicepresidente, el dirigente campesino Sergio Loayza. El PSOL viene de participar en un seminario latinoamericano realizado en La Paz, que marco un paso más en la confluencia y coordinación de organizaciones y movimientos latinoamericanos. Por otra parte,  de Centroamérica acompañarán los trabajos representantes del Salvador, Panamá y una numerosa delegación de Venezuela del PSUV y de sindicatos. Han sido convidados también representantes de organizaciones hondureñas que están organizando la resistencia al golpe contra su presidente Zelaya. Del Cono Sur contaremos con representantes de Argentina y Uruguay.

Están abiertas las inscripciones para la participación de militantes, amigos que tengan interés en participar.

El evento se realizará los días 18 y 19 en el Salón de Eventos del Shelton Hotel, localizado en el Largo de Santa Efigenia en la ciudad de São Paulo.

Los participantes internacionales contarán con alojamiento el Hotel São Paulo INN y el Shelton Hotel.